quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Visita de Estudo ao Pinhão





No passado dia 8 de junho realizou-se a Visita de Estudo da nossa escola ao Pinhão. Nesse dia tivemos de acordar bem cedo, porque íamos apanhar um comboio e como sabem, este, não espera por ninguém. Assim, pouco passava das sete da manhã, já estávamos praticamente todos, na escola, para seguirmos no autocarro que nos levou até à estação de comboios, em Paredes. Este meio de transporte geralmente não se atrasa e, assim, como combinado, às 8h01 ele apareceu na estação para nos levar neste belo passeio.

O comboio vinha praticamente vazio e sereno quando chegou a Paredes, mas assim que entraram todos os colegas da nossa escola, este ficou muito mais animado.

A paisagem inicial que víamos pelas janelas, era muito do género daquela da nossa terra; mas quando começamos a ver o Rio Douro, as vistas ficaram mesmo muito mais deslumbrantes, com grandes encostas recheadas de vinhas, oliveiras e casas. Ficamos a saber que aquelas lindas paisagens são consideradas “Património da Humanidade”. Vêm gentes de todo o nosso país e do mundo inteiro até este local para admirar estes lindos socalcos à beira rio.

Perto das 9h45 chegamos, finalmente, ao Pinhão. Aproveitámos logo para tirar uma foto de grupo onde dizia “Pinhão”, para mais tarde relembrar esta visita. Depois fomos todos juntos até à beira rio, onde existe uma zona, com mesas, bancos, boas sombras, um campo de jogos e um parque infantil. Pousamos as lancheiras e aproveitamos logo para comer um pouco dos petiscos que os nossos pais nos tinham dado. De seguida fomos brincar para o parque infantil e campo de jogos. Entretanto o nosso professor chamou-nos para irmos dar uma volta a explorar a zona. Atravessámos a ponte a pé e alguns colegas estavam com receio das alturas, mas lá conseguimos todos chegar ao outro lado. Entrámos logo no primeiro portão à esquerda, onde estava escrito “Quinta das Carvalhas”. Um dos responsáveis da quinta, deixou-nos entrar e, simpaticamente, disponibilizou-nos um autocarro descapotável, que nos levou até ao planalto da quinta, para apreciar a beleza da paisagem. Assim tivemos de percorrer 6Km, até chegar lá acima. Daí avistava-se o Rio Douro e inúmeras vinhas seculares. Depois voltámos a descer a montanha, a sorrir e cantar. Estava um milhafre a sobrevoar as nossas cabeças, certamente, à procura de alimentação.

Quando chegámos à base da montanha, continuamos a nossa visita a pé. Um dos funcionários do empreendimento deu-nos autorização para comermos alguns dos frutos existentes na quinta. Deliciamo-nos a comer laranjas, cerejas e magnórios; este último fruto também é conhecido por nêsperas.

Com a nossa memória carregada de magníficas paisagens e com a barriga cheia de frutos, voltámos a atravessar a ponte e fomos para junto dos nossos colegas da escola. Almoçámos, e brincamos mais no campo de jogos e no parque infantil. Entretanto, o nosso professor chamou-nos para irmos até junto de uma plataforma em cima do rio e, de seguida, entrámos num grande barco de madeira. Depois desta experiência foi oferecido um gelado a todos os meninos da escola. Ele era delicioso! No final da tarde, vimos um enorme barco chamado “Vasco da Gama” que trazia turistas franceses.

Por volta das 18h30 apanhámos o comboio de regresso a casa. Voltámos a percorrer as lindas paisagens, ao longo do rio. A viagem foi muito divertida. À hora combinada, isto é, 20h34, havíamos chegado à estação de comboios de Paredes. Já lá estavam dois autocarros prontos para nos levar até à nossa escola, onde nos esperavam os nossos queridos pais.

Em conclusão, foi mais uma fantástica Visita de Estudo que tivemos a oportunidade de realizar. Certamente que guardaremos na nossa memória muitas das paisagens e momentos que passámos nesse dia.

Alunos da Turma B4 (3ºano) EB1 com J/I Trás-as-Eiras - SOBROSA

segunda-feira, 5 de março de 2012

Eu fui ver a selva


Um certo dia uma menina simpática, alegre, bonita e engraçada foi passear na selva, sozinha, pois ela era muito corajosa.
Depois, quando chegou à selva, viu macacos, chitas, leões e muitos mais animais. Entretanto, encontrou uma casa feita de folhas verdes e paus finos.
De seguida, ela entrou e disse:
- Está aqui alguém?
Ela ouviu músicas e, quando foi ver, naquela selva viviam índios com tiaras feitas de madeira na cabeça, duas riscas amarelas e verdes na cara. A menina avançou e disse:
-Eu chamo-me Inês!
Eles continuaram a festa, com a Inês a participar na dança, até que se cansou e adormeceu na cabana dos índios.
No outro dia, eles não queriam que ela fosse embora, por isso, ela ficou lá presa. Mas um pequeno índio, chamado Cristiano, salvou-a e assim ela conseguiu libertar-se.
Mas os índios viram e ela respondeu:
-Eu fico aqui mais um dia e depois vou-me embora. Assim ficou combinado e, no outro dia, eles não queriam que ela fosse embora, mas o Cristiano ajudou-a e prendeu na torre mais alta da selva, os índios malvados.
Por isso, a Inês nunca mais foi presa pelos índios da selva de África e foi viver para junto dos seus amigos e família.


Andreia Dias - 9 anos
EB1 Trás-as-Eiras - SOBROSA

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Carnaval na minha escola

O Carnaval é considerado uma das festas mais animadas e representativas em muitas partes do mundo. E, para a nossa escola não fugir à regra, na passada sexta – feira, dia 17 de fevereiro, os meninos foram todos mascarados a seu gosto.
Por volta das 10h da manhã saímos da escola em corteja e fomos concentrar-nos junto ao cruzeiro existente na nossa freguesia e, lá esperamos pelos meninos da Escola de Sobrosa, do Jardim de Infância de Igreja, da Creche e dos idosos do lar. Depois, fomos todos juntos em desfile até ao A.T.L de Sobrosa, onde brincámos, dançámos e queimámos o “Velho” representativo de cada escola. A “Queima do Velho” é uma antiga tradição da nossa freguesia, onde se constrói um boneco com a forma de um “velho” que é queimado nesse dia. No final, não houve vencedores nem vencidos e, às 12h regressámos à nossa escola com muita alegria.
Foi assim que festejamos mais um Carnaval; agora já podemos começar a sonhar com o do próximo ano.

Lara Ribero - 8 anos
Escola EB1 Trás-as-Eiras - SOBROSA

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A minha vassoura mágica






Numa manhã de sol um menino que se chamava Pedro, que tinha olhos azuis, cabelo grande, era corajoso e muito pequeno. Um dia, o menino saiu de casa e foi para um monte muito feio. Encontrou uma casa velha e lá dentro não tinha praticamente nada lá dentro.
Ele foi a um canto daquela casa muito feia e viu uma vassoura mágica que tinha as escovas de palha.
O Pedro falou para ela e disse:
-Quem és tu?
Ela respondeu:
-Eu sou uma Vassoura Mágica que falo.
O Pedro perguntou-lhe:
-Queres vir comigo?
-Sim! Claro que quero ir!
Então, o menino e a vassoura mágica foram voar para muito longe até chegarem a França.
O menino, na França, encontrou outro monte parecido com aquele que tinha visto em Portugal e, nesse monte, tinha uma casa igual àquela onde tinha encontrado a vassoura mágica. Entrou dentro dela e logo, na entrada, estava outra vassoura mágica.
Pegou nela e disse-lhe:
-Como te chamas?
- Eu chamo-me Vassoura Mágica de Palha que falo e queria encontrar a minha irmã.
- Eu penso que sei quem é a tua irmã; eu ando com ela.
A vassoura mágica de palha foi com o Pedro e encontrou a sua verdadeira irmã.
Assim, as duas irmãs foram juntas, com o Pedro a voar até Portugal.
Em conclusão: foi um dia que o Pedro gostou muito porque viajou com as duas vassouras e ficou feliz por ter ajudado a encontrar a irmã da primeira vassoura mágica. Quando chegou a casa disse à sua irmã e ao seu pai tudo o que aconteceu nesse dia.





Pedro Filipe - 8 anos






quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O carnaval

O Carnaval está a chegar
Fatos novos vamos vestir
E para podermos brincar
Todos vós podeis cá vir.

A tradição de Sobrosa
O Velho manda queimar
Quando ele estiver a arder
Todos juntos vamos cantar.

A brincar e a dançar
Sempre muito divertidos
Juntem-se à nossa festa
Não fiquem distraídos.





Pelos alunos da turma B4

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O magusto na nossa escola

No passado dia 11 de novembro de 2011 realizou-se na escola E.B.1 com J/I Trás-as-Eiras, um grande magusto. Esse dia foi muito chuvoso, até fazia lembrar a tempestade da lenda de São Martinho. Felizmente que, quando chegou a hora de fazer a fogueira, a chuva parou e pudemos assar as nossas castanhas.
A fogueira foi feita com caruma que os alunos trouxeram e ainda outra, que arranjamos de um grande pinheiro que existe perto da nossa escola. Foi muito engraçado ver o lume a arder e ouvir algumas castanhas a estalar. Enquanto aguardávamos que as castanhas ficassem assadas, cantamos, todos juntos, a “música das castanhas“. Finalmente, as castanhas ficaram assadas e pudemos come-las. Elas estavam muito apetitosas. Para manter a tradição dos magustos, alguns colegas, quando a fogueira se apagou, enfarruscaram a cara.
Para concluir, o nosso magusto na escola foi muito divertido e achamos que tivemos sorte por o São Pedro ter feito um pequeno intervalo na tempestade que se abatia nessa manhã e assim, nos possibilitou fazer a nossa fogueira.

Pelos alunos do 3º ano, da turma B4, da Escola E.B.1 J/I Trás-as-Eiras.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Tangram

Há muitos, muitos anos surgiu o Tangram. Dizem numas lendas que ele foi inventado há 4000 anos. Entretanto, desde esses tempos, ele usa-se muito nas escolas, para os alunos aprenderem geometria.Um dia apareceu o Chinês Renato, o gato Pinóquio e o coelho Blak e quiseram aprender como se fazia o Tangram. De repente, ficaram a saber como se fazia e brincaram muito com as sete figuras geométricas do Tangram.




Finalmente foram para casa felizes e contentes porque aprenderam o que é o Tangram.





Trabalho da Lara Ribeiro



2º ano de escolaridade – 7 anos




Composição sobre o Tangram, no seguimento de uma aula de geometria e medidas, no âmbito do programa da matemática.






sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fomos cantar as Janeiras




Somos alunos de Trás-as-Eiras
Da freguesia de Sobrosa
Fomos cantar as Janeiras
E recebemos uma rosa.

Foi com alegria
E muita animação
Que comemos aletria
E um pedaço de pão.

Já com as barrigas cheias
Não fizemos asneiras
Voltamos para a escola
Pois terminaram as Janeiras.

Alunos da Turma B4.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Nossa Árvore de Natal



No passado dia 3 de Dezembro os alunos da turma B4 da Escola EB1 com J/I Trás-as-Eiras, fizeram uma grande Árvore de Natal feita só com materiais reciclados. A árvore foi construída com garrafas verdes de plástico, embalagens de leite, cápsulas de café e fios de plástico.
O trabalho de construção foi muito divertido para nós, porque tivemos que perfurar as garrafas com uma máquina furadora para conseguir passar os fios entre cada garrafa.
A ideia de construir essa Árvore de Natal veio do nosso tema de Área de Projecto que é “A Floresta”.
No final do trabalho achamos que a nossa Árvore de Natal ficou muito bonita.

Alunos da Turma B4 Escola EB1 Com J/I Trás-as-Eiras

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Os Burros do Senhor Ricardo


Era uma vez um senhor chamado Ricardo que tinha dois burros. Era o Quico e o Paulo. O Quico transportava um saco de farinha e o Paulo levava peixes. O senhor Ricardo queria atravessar um rio e pediu, primeiro, ao Quico para passar para a outra margem. O Quico avançou, mas rapidamente foi ao fundo, porque o rio era muito fundo. Quase se afogou na água. A sua sorte foi o senhor Ricardo que conseguiu puxa-lo para fora do rio. Com a água, os sacos de farinha que o Quico transportava encolheram. O Paulo saltou para a água, para ver se os seus peixes também encolhiam. Mas os peixes não encolheram e fugiram todos. O burro Paulo, infelizmente, afogou-se no rio. O senhor Ricardo ficou muito triste.

Texto colectivo criado a partir de uma gravura.
Turma B4 - 2º ano

O trolha


Uma vez um trolha que estava a fazer uma estrada foi buscar um cachorro para comer. Ele gostou muito do cachorro e estava cansado. Então foi para casa dormir. O trolha chama-se Emanuel. Fez uma casa junto da sua família. A mãe disse aos filhos:
-Vamos ver o pai?
–Claro que sim!
Os filhos chamavam-se André e João. Foram com a mãe ver o pai.


Márcio Almeida - 7 anos

O Rui estava à janela.


O Rui foi à janela e pensou ser um surfista.
Foi até à praia fazer surfe. Na praia viu um tubarão que lhe partiu a prancha. Depois viu uma onda grande que o fez saltar muito alto e ele teve medo.


Ricardo Ferreira - 7 anos

O golo do Porto


Era uma vez a família Gomes que convidou o senhor Nogueira.Quando ouviram no rádio a dizer:
-É golo do Porto! E que golaço! - disse o relatador. Eles eram do Benfica e não gostaram nada do que estava a acontecer. Aos catorze minutos foi o Benfica que marcou um golo de meio campo.
No final quem ganhou foi o Porto por nove a um; foi um grande jogo de futebol!


Gonçalo José Cardoso - 7 anos

segunda-feira, 27 de setembro de 2010